Brega - Waldick Soriano - Eu Não Sou Cachorro Não
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- Author: ADRIANOADVRJ
Tags: Adriano Brega Cachorro Eu Não Soriano Sou Tenório Waldick
Brega - Waldick Soriano - Eu Não Sou Cachorro Não
Waldick Soriano - Eu não sou cachorro não
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- Author: pedrobealsbto
Tags: Beal Benedito cachorro Calçadão Ceara da do em Espaço Eu Festival FUI Ibiapaba não Povo Soriano sou São União Waldick
Show do grande Waldick Soriano no FUI - Festival União da Ibiapaba no dia 25/07/2007 no Calçadão Espaço do Povo em São Benedito - CE
Waldick Soriano na Buzina do Chacrinha - Tv Globo (1972)
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- Author: Isquericrou
Tags: chacrinha_classics
Imagens raras da antiga 'Buzina do Chacrinha' na Tv Globo em 1972. Aparecem no júri o estilista Clodovil e a socialite Beki Klabin, antiga namorada de Waldick Soriano. Trecho do filme "Paixão de um Homem" com direção de Egydio Eccio.
WALDICK SORIANO - PERFUME DE GARDÊNIA
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- Author: zeolindo
Tags: BREGA GARDENIA PERFUME SORIANO WALDICK
Waldick Soriano, Nascido na Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inveterado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo Antes de ingressar na carreira artÃstica, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" "Se Eu Morresse Amanhã" e a versão de "Perfume de Gardênia". O "fenômeno" Waldick A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e cientÃfica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar" (Rio de Janeiro, Record, 2005), a obra traz, já em seu tÃtulo, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos "bregas". Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num polÃtico o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. SÃlvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilÃbrio até ambos caÃrem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando hilaridade. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se sÃmbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa.
Waldick Soriano - Paixao de Um Homem + Eu Nao Sou Cachorro N
- Length: 3:43
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- Author: sobraldr
Tags: Cachorro de Eu Homem Nao Paixao Soriano Sou Um Waldick
Personalidade da música Brega dos anos 60 e 70.
Waldick Soriano no Caravele
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- Author: programaespacovip
Tags: caravele entrevista espaco programa restaurante show soriano vip waldick
Uma entrevista com Waldick Soriano no seu show realizado no restaurante Caravele, em Fortaleza/CE
Waldick Soriano e Cláudia Barroso cantam "Você Mudou Demais"
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- Author: Isquericrou
Tags: ss_classics
Um grande sucesso ainda na primeira metade dos anos 70 foi a gravação de "Você Mudou Demais", de autoria de Waldick Soriano, e que ficou consagrada na voz de Cláudia Barroso. Trecho do especial do cantor apresentado no Canal Brasil.
WALDICK SORIANO - EU TE AMO
- Length: 2:6
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- Author: zeolindo
Tags: AMO BREGA EU SORIANO TE WALDICK
Waldick Soriano, Nascido na Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inventerado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo Antes de ingressar na carreira artÃstica, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" "Se Eu Morresse Amanhã" e a "Eu Te Amo". O "fenômeno" Waldick A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e cientÃfica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar" (Rio de Janeiro, Record, 2005), a obra traz, já em seu tÃtulo, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos "bregas". Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num polÃtico o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. SÃlvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilÃbrio até ambos caÃrem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando hilaridade. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se sÃmbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa
WALDICK SORIANO - EU VOU TER SEMPRE VOCÊ
- Length: 3:1
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- Author: zeolindo
Tags: EU SEMPRE SORIANO TER VOCE VOU WALDICK
Waldick Soriano, Nascido na Bahia, filho de Manuel Sebastião Soriano, comerciante de ametistas no distrito de Brejinho das Ametistas, em sua cidade natal. Fato marcante de sua infância foi o abandono do lar pela mãe, a quem era muito apegado. Em Caetité viveu sua juventude, sempre boêmia, até um incidente num clube local, que o fez buscar o destino fora da cidade. Desde muito novo era um inventerado namorador e aventureiro e, seguindo o caminho de muitos sertanejos, foi tentar a vida em São Paulo Antes de ingressar na carreira artÃstica, trabalhou como lavrador, engraxate e garimpeiro. Apesar das dificuldades, conseguiu se tornar conhecido nos anos 50 com a música "Quem és tu?". Ele se destacava por suas canções sobre dor-de-cotovelo e seu visual revolucionário para a época: sempre usava roupas negras e óculos escuros. Seu maior sucesso foi "Eu não sou cachorro não", que foi regravada em inglês macarrônico por Falcão. Também se tornaram conhecidas outras músicas suas, tais como "Paixão de um Homem", "A Carta", "A Dama de Vermelho" "Se Eu Morresse Amanhã" e "Eu Vou Ter Sempre Você". O "fenômeno" Waldick A posição quase marginal que o ritmo "cafona" ocupou mereceu uma análise mais acurada e cientÃfica, já na 5ª edição, pelo historiador e jornalista Paulo César de Araújo. Intitulado "Eu não sou cachorro, não - Música popular cafona e ditadura militar" (Rio de Janeiro, Record, 2005), a obra traz, já em seu tÃtulo, uma referência a este cantor e sua música de maior sucesso. Ali o autor contesta, de forma veemente, o papel de adesista ao regime de exceção implantado a ferro e fogo no Brasil pelos militares, por parte dos músicos "bregas". Waldick, segundo ele, é um dos exemplos, tendo sua música "Tortura de Amor" censurada em 1974, quando foi por ele reeditada. Apesar de ser uma composição de 1962, o regime não tolerava que se falasse a palavra "tortura"... A revista "Nossa História", de dezembro de 2005, refere-se ao cantor como "o mais folclórico dos cafonas" (ano 3, nº26, ed. Vera Cruz). Num dos programas do apresentador Jô Soares, o músico Ubirajara Penacho dos Reis - Bira - declarou que nos anos 60 tocava apenas os sucessos de Waldick. Na sua cidade natal, Waldick sempre foi tratado com certo menosprezo. Aristocrática, Caetité mantinha apenas nas camadas mais populares uma fiel admiração. Ali teve dois de seus filhos, gêmeos, de forma quase despercebida, em 1966. Em meados da década de 90, porém, a cidade teve num polÃtico o resgate do filho ilustre. O vereador Edilson Batista protagonizou uma grande homenagem, que nomeou uma das principais avenidas com o nome de Waldick. Pouco tempo depois, o SBT realizava ali um documentário, encenado por moradores locais, retratando a juventude de Waldick, sua paixão pela professora Zilmar Moura, a mudança para o sul. SÃlvio Santos aliás, protagonizou com Waldick uma das mais inusitadas cenas da televisão brasileira: no abraço que deram, foram perdendo o equilÃbrio até ambos caÃrem, abraçados, no chão. Ali, então, simularam um affair, provocando hilaridade. Por tudo isto, Waldick Soriano faz-se sÃmbolo, no Brasil inteiro, de um estilo, de uma classe social, e da sua manifestação cultural, pulsante e criativa
Waldick Soriano e Xangai
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- Author: NavegueAqui
Waldick Soriano e Xangai no AABB.
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